quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

medite!1


Um dia você aprende...




William Shakespeare



Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.



Você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.



E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.



E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto

e não com a tristeza de uma criança.



E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais

para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.



Depois de um tempo você aprende que o Sol queima se você ficar exposto por muito tempo.



E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...



E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando

e você precisa perdoá-la por isso.



Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.



Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la,

e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.



Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.



E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.



E que bons amigos são uma família que nos permitiram escolher.



Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe

que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.



Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas,

pode ser a última vez que as vejamos.

medite


Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós,


mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que ter paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai

é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve

e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens,

poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,

mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame,

não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam,

mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

medite



...Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém,


algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,

o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte,

e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar...

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!!!!

Fernando Pessoa

Desejo que a vida se torne um canteiro


de oportunidades para você ser feliz...



E, quando você errar o caminho, recomece.

Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.

Usar as falhas para lapidar o prazer.

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.



Jamais desista de si mesmo.

Jamais desista das pessoas que você ama.

Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um obstáculo imperdível,

ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

A cobra e o vagalume

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

enjoadinho



http://www.youtube.com/watch?v=jAZhMxZnG20
Ah meus amores !!!bençãos enviadas por Deus !
POEMA ENJOADINHO


Vinícius de Morais



Filhos...Filhos?

Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-lo?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como o queremos!

Banho de mar

Diz que é um porrete...

Cônjuge voa

Transpõe o espaço

Engole água

Fica salgada

Se iodifica

Depois, que boa

Que morenaço

Que a esposa fica!

Resultado: filho.

E então começa

A aporrinhação:

Cocô está branco

Cocô está preto

Bebe amoníaco

Comeu botão.

Filho? Filhos

Melhor não tê-los

Noites de insônia

Cãs prematuras

Prantos convulsos

Meu Deus, salvai-o!

Filhos

Melhor não tê-los...

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Como saber

Que macieza

Nos seus cabelos

Que cheiro morno

Na sua carne

Que gosto doce

Na sua boca!

Chupam gilete

Bebem xampu

Ateiam fogo

No quarteirão

Porém, que coisa

Que coisa louca

Que coisa linda

Que os filhos são!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Como este ano passou depressa!!!


Simone


Composição: Versão: Cláudio Rabello

Então é Natal, e o que você fez?                  
O ano termina, e nasce outra vez.                  
                                                                       
Então é Natal, a festa Cristã.                            

Do velho e do novo, do amor como um todo.

Então bom Natal, e um ano novo também.

Que seja feliz quem, souber o que é o bem.



Então é Natal, pro enfermo e pro são.

Pro rico e pro pobre, num só coração.

Então bom Natal, pro branco e pro negro.

Amarelo e vermelho, pra paz afinal.

Então bom Natal, e um ano novo também.

Que seja feliz quem, souber o que é o bem.



Então é Natal, o que a gente fez?

O ano termina, e começa outra vez.

E Então é Natal, a festa Cristã.

Do velho e do novo, o amor como um todo.

Então bom Natal, e um ano novo também.

Que seja feliz quem, souber o que é o bem.



Harehama, Há quem ama.

Harehama, ha...

Então é Natal, e o que você fez?

O ano termina, e nasce outra vez.

Hiroshima, Nagasaki, Mururoa...



É Natal, É Natal, É Natal.

texto tirado do blog cabruncoo tem tudo a ver!!!

Algumas vezes, sem que possamos perceber, cresce no nosso interior, a partir de um ressentimento ou de uma suposta rivalidade, o sentimento de ciúme. Isto oprime a harmonia e a saúde de nossos relacionamentos. O ciúme é um sentimento que nos faz sentir incomodados com certas situações que anteriormente eram insignificantes, como, por exemplo, a atenção de um namorado para com a namorada, a beleza de uma amizade, o cuidado de um pai para com um filho, o sucesso profissional de um colega ou o reconhecimento de suas habilidades em determinada função, etc.




Uma insatisfação, aparentemente sem motivos, toma conta da pessoa que acredita, ainda que não seja verdade, estar perdendo a atenção e o carinho. Supõe não ter as mesmas chances que seu irmão, parente ou colega.

Quando o ciúme toca os relacionamentos, qualquer coisa poderá ser motivo para alimentar um espírito de competição e de disputa. Com isso, a pessoa que era dócil, compreensiva e companheira, torna-se áspera, agressiva nas respostas e pouco solícita. Isto, certamente poderá destruir uma convivência que anteriormente era saudável. Entretanto, se questionada, essa pessoa prontamente justificará seu comportamento com outras respostas. Dificilmente admitirá sentimento de ciúme.



Ao alcance dos tentáculos do sentimento de ciúme poderá estar nossas famílias.

Este “micróbio” tentará se instalar, contaminar e matar a amizade que deveria ser eterna entre os parentes. Não é difícil se notar a disputa discreta ou as provocações sem sentido entre os irmãos por coisas sem importância.

Penso que tal sentimento poderá surgir quando a pessoa envolvida por um medo equivocado, acredita ser menos amada, não ter a mesma preferência de antes ou suspeita da possibilidade de ser privada daquilo que valoriza profundamente.

Algumas situações poderão se tornar mais crônicas quando, em meio a todas as supostas verdades, se encontra a desconfiança da honestidade de quem amamos. Trabalhando em nossa imaginação, o ciúme nos faz criar situações que não existem; deduzimos coisas que vemos apenas nos filmes da nossa mente.

Infelizmente, por essas atitudes, estará instalada em nossos relacionamentos a grande sombra da inquietação, potencializada pela insegurança que insistirá em assombrar a nossa paz de espírito.

Outras pessoas, mergulhadas em suas equivocadas convicções ou tomadas pelo pavor de experimentar o suposto abandono, chegam ao limite de privar a quem se ama do direito da vida.

O amor verdadeiro traz a cumplicidade e o compromisso pela felicidade mútua.

Ainda que possamos sentir, em alguns momentos, uma pequena dose de ciúmes, é necessário aprender a lidar com as nossas inseguranças. À medida que vamos conquistando a autoconfiança, o respeito pelo espaço do outro, estaremos também cultivando a saúde dos nossos relacionamentos.

Todo aquele que se dispõe a amar e a viver um bom relacionamento, zela pelos cuidados necessários para a sadia convivência com a pessoa amada. E isso não faz do outro objeto de sua pertença. Por mais que amemos a pessoa ao nosso lado, não temos o direito de posse da sua liberdade.